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Idoso de 86 anos realiza sonho e cursa matemática na UFMS

Aposentado obteve aprovação após fazer Exame Nacional do Ensino Médio.
Exemplo de idoso inspira colegas mais jovens a ter força de vontade.
Aos 86 anos e com força de vontade para encarar os estudos, o aposentado Bartolomeu Queiroz começou a cursar matemática na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul(UFMS). As aulas tiveram início na semana passada, no campus de Aquidauana, a 143 km de Campo Grande.
Durante a vida profissional, Queiroz foi pedreiro, carpinteiro, mestre de obras e motorista de caminhão. A dificuldade para conciliar trabalho e estudo e a necessidade de sustentar a família fizeram com que ele abandonasse a escola cinco vezes, ao longo da vida. “Parei de estudar porque eu fazia viagens com o caminhão e não tinha tempo”, disse. A volta aos estudos foi a realização de um sonho, segundo o aposentado.
Para conseguir a vaga na universidade, Queiroz cursou o Ensino de Jovens e Adultos (Enseja) em uma escola pública em frente à casa dele, em Anastácio, cidade vizinha a Aquidauana. Depois de obter o certificado, fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e conseguiu a aprovação para o ensino superior. O aposentado diz que escolheu a matemática pela facilidade que tem com números.
O aposentado conta que sempre incentivou seus 12 filhos a estudar, tanto que dez já têm formação em ensino superior. Ele busca preservar em si mesmo a dedicação transmitida aos descendentes. “Sempre estudo e todos os dias estou praticando, procuro saber cada vez mais”, disse Queiroz.O acadêmico mais velho do primeiro semestre do curso de matemática é também inspiração para os mais jovens. Adão Freitas, de 17 anos, disse que admira a determinação do colega. “Muitos jovens da minha idade não têm a força de vontade do Bartolomeu”, explica.Os responsáveis por ensinar uma pessoa tão experiente na vida encararam uma missão. “Ter um aluno com uma idade tão avançada é um desafio para qualquer professor. Fazer compreender e saber a matéria é a vitória”, disse o coordenador do curso de matemática da UFMS, Jader Otavio Dalto.

Britânicos se casam após 28 anos de noivado




  • Após 28 anos de "enrolação", pombinhos britânicos resolvem se casar em cerimônia tradicional
Um consultor de um hospital e sua noiva, técnica em radiologia, que estiveram adiando os planos de casamento porque estavam ocupados demais com o trabalho decidiram, finalmente, se casar - detalhe: após 28 anos de noivado.

Ivan Brown, 63, e Barbara Furlonger, 55, do Reino Unido, decidiram que era chegada a hora de juntar os trapos de vez depois que ela se aposentou no início do ano passado.

Perfeccionista confessa, Barbara então passou 12 meses planejando cada detalhe do grande dia para então tornar-se oficialmente a senhora Brown.

A lua de mel acontece 30 anos depois que eles se encontraram pela primeira vez na unidade de terapia intensiva do hospital onde trabalham em Londres, em 1981.

"Não posso acreditar que este dia finalmente chegou e que vamos ser marido e mulher. Essa foi uma maratona de noivado", contou a recém-casada ao "Daily Mail".

Eles noivaram dois anos após se conhecerem, mas trabalhar em hospital não é fácil, segundo os pombinhos, por isso eles não tinham tempo de programarem a data e não tinham sempre o mesmo fim de semana de folga.

"Quando me aposentei no ano passado perguntei ao Ivan se podia organizar o casamento e ele disse sim, entrei em choque. Gosto de organizar as coisas com precisão militar, se tivesse feito tudo estressada, as coisas poderiam ter saído erradas e eu ficaria irritada", completou Barbara.

O casal, que já mora junto há bastante tempo, não quis presentes, eles pediram aos convidados que fizessem doações a um hospital infantil.

A incrível supermodelo de 82 anos


Não é de hoje que observamos nossa sociedade obcecada pela estética. Os padrões de beleza estão tomando caminhos injustos e muitas vezes pouco saudáveis.

  No meio de tantas regras e da ditadura hostil da beleza que exige magreza extrema e jovialidade, uma super modelo de 82 anos, chamada de Daphne Selfe, mostra ao mundo que não é necessário ser uma garotinha de 15 anos para obter sucesso e renome no mundo da moda.


Ela é considerada por muitos fotógrafos como uma dádiva. Há consideram possuidora de maçãs faciais perfeitas, uma postura elegante e refinada e um cabelo longo de cor levemente acinzentado que atrai os olhares por onde passa. Avó de 4 netos, ela mostra competência e profissionalismo, estando ativa no mundo da moda a mais de 60 anos.

  Nos Estados Unidos e em alguns países, é comum vê-la em comercias de televisão  de grandes marcas de cosméticos como Nivea e Olay. Em seu currículo está desfiles para estilistas de alta costura, fazendo parte do corpo de modelos de marcas como Dolce & Gabbana, sendo destacada em várias publicações da Vogue e Marie Claire.
  
Algumas revistas cogitam que ela tenha feito plástica, mas os cirurgiões, baseado em suas fotos de juventude, garantem que ela não sofreu nenhuma intervenção cirúrgica para melhorar o corpo ou o rosto. Seu cachê chega à bagatela de quase R$ 3.600 reais por dia de trabalho, dependo da área.

  Sua carreira iniciou aos 20 anos, quando trabalhava em uma loja de departamentos na cidade de Reading, na Inglaterra. Seus amigos vendedores a incentivaram entrar num concurso que selecionaria modelos locais. Após ganhar, começou a ser garota propaganda de roupas que usavam peles de animais.

Seu trabalho continuou de modo discreto, até que em 1998, logo após o falecimento de seu marido, recebeu uma ligação propondo que fosse uma das modelos destaque do London Fashion Week. Daphne pensou ser uma brincadeira de mau gosto, uma verdadeira piada devido a sua idade. Logo depois, acabou levando a proposta em consideração, sendo elevada a um patamar de glamour que ela nunca havia experimentado antes. Seus desfiles em Londres renderam aparições na revista Vogue, o que causou euforia por parte de algumas marcas que queriam trabalhar com modelos octogenários e não encontravam.

Ela afirma que seus traços marcantes são resultado de uma combinação de seus parentes irlandeses, o que lhe deu estrutura óssea forte e magra. Daphne diz que não se sente ameaçada pelas modelos mais nova, afirmando que não sente ciúmes ou inveja, pois existe nicho de mercado para todas. 

Fonte: http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=709:conheca-daphne-selfe-a-super-modelo-de-82-anos&catid=140:inacreditavel&Itemid=524 

Slow Ride... Aposentado quer quebrar recorde mundial ao fazer percurso de ida e volta entre o Rio e Alasca




Augusto Lins e Silva é motociclista e vai atravessar do Brasil até o Alaska sozinho, aos 70 anos - Foto: Fernando Frazão - O GloboRIO - As estradas que ligam o Rio ao Alasca, o aposentado Augusto Lins e Silva conhece bem. Há 40 anos, ele percorreu o trajeto, de Kombi, revezando a direção com um amigo. Agora, prestes a completar 69 anos, ele vai refazer a façanha sozinho, mas a bordo de um outro veículo: a BR multimarcas, uma moto assim batizada por ele por ter peças de várias montadoras. Ao fim do trajeto, Augusto pretende entrar para o Guinness Book como o primeiro piloto a percorrer os 55 mil quilômetros de distância, entre ida e volta, de moto, na idade dele.
O recorde atual para a viagem mais longa de moto é do argentino Emilio Scotto, que percorreu 735 mil quilômetros, entre 1985 e 1995. Mas, o piloto iniciou a aventura quando tinha apenas 30 anos.

- Será uma forma de comemorar os meus 70 anos de vida (idade que ele completará meses depois de voltar da aventura) e os 55 de motociclismo - afirma Augusto, que parte no próximo dia 14 do quartel central da Policia Rodoviária Federal, no quilômetro zero da Via Dutra, no Rio.

A viagem promete ser histórica também porque o aposentado será o primeiro sul-americano a chegar ao mais conceituado encontro mundial de motociclistas, que será realizado em Sturgis, no estado americano de Dakota do Sul, pilotando a própria moto desde a sua cidade de origem. Até lá, ele estima já ter percorrido 26 mil quilômetros.

Na década de 1970, quando fez o trajeto de Kombi, Augusto foi na companhia de um casal de amigos. Durante a viagem, a mulher revelou que estava grávida. Já na volta, ao chegar ao Canadá, o casal decidiu ficar no país, onde tinha um conhecido, até que o bebê ficasse maior. 

Sem a Kombi, que ficou com os amigos, o motociclista retornou ao Brasil a bordo de um navio cargueiro. À época, toda a expedição durou quatro meses. Desta vez, o prazo será maior - seis meses - porque a volta também será feita de moto. E a única companhia de Augusto será um rastreador por satélite, que vai permitir que seus parentes o acompanhem em tempo real.

E foi sua família a patrocinadora do sonho. A mulher, Débora, com quem o motociclista é casado há 17 anos e vive em Nova Friburgo, está ajudando no trabalho de logística: organizando roupas, roteiro, e cuidando de burocracias.

- Acredito que desta vez, será uma experiência bem diferente. A Alasca Highway não era nem asfaltada na época. E de moto é mais agradável. O prazer da integração com a natureza é inenarrável - relata Augusto, que durante quatro dias vai atravessar o Canal do Panamá com sua moto a bordo de uma traineira de pescar camarão.

Mas, apesar de saber que vai cortar três desertos, ele considera as estradas do Canadá como a região mais perigosa por conta dos ursos. Mesmo fazendo atividades físicas todos os dias, ele brinca que não tem preparo suficiente para correr dos animais.



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Idosos voltam às salas de aula para aprender e resgatar a autoestima

Faculdades da maturidade recebem alunos em busca de conhecimento.

Conheça algumas opções de onde estudar.


Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo

Gilda terceira idade (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Gilda Schmidt, de 68 anos, frequenta a faculdade
da maturidade da Universidade São Judas em
busca de conhecimento e novos amigos (Foto:
Vanessa Fajardo/G1)

Nesta faculdade não há vestibular, lista de chamadas, provas ou boletim. Mas há vontade de aprender. Este é o principal requisito das faculdades da terceira idade, também chamadas de maturidade, para receber pessoas com mais de 40 anos interessadas em voltar à vida escolar mesmo sem ter nenhum diploma.

Cada instituição segue um modelo de trabalho. Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, o curso é anual, na Universidade São Judas, a grade é semestral. Há aquelas que cobram mensalidades e outras onde as atividades são gratuitas, como na Universidade de São Paulo (USP).

A maioria das instituições exige que o interessado tenha, no mínimo, 40 anos. Não há provas de seleção ou avaliações. No entanto, mesmo os cursos vinculados às instituições de ensino renomadas, não são credenciados pelo Ministério da Educação, por isso não são válidos como graduação.

O G1 acompanhou um dia de aula na turma "madura" da Universidade São Judas, em São Paulo, e conheceu alunos que viram nesta volta à sala de aula novos sentidos para a vida.

janette (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Janette Apparecida é a coordenadora da turma da
São Judas (Foto: Vanessa Fajardo/G1)

'Comecei a ser mais respeitada'
Para a ex-professora Janette Apparecida Evangelista, de 73 anos, que frequenta as aulas na São Judas há 15 anos, o curso trouxe o resgate da autoestima e uma nova família. Seu marido morreu aos 54 anos, vítima de infarto, e ela nunca mais se casou. "No curso encontrei um novo sentido para a vida. Fiz verdadeiros amigos. Viajamos juntos, comemoramos aniversários. Formei uma nova família", afirma.

Janette é a representante da turma. É ela quem organiza passeios, excursões e dá boas-vindas aos novos estudantes. Para ela, o curso traz um aprendizado contínuo. “Comecei a ser mais respeitada. Falo de igual para igual com meus filhos e netos. A faculdade me deu mais autoconfiança e os horizontes se alargaram.”

Foi na faculdade que Janette também aprendeu a navegar pela internet. Ela gosta de pesquisar, atualmente buscou informações sobre a China, além de trocar e-mails.

Gilda Schmidt, de 68 anos, também está na faculdade há 16 anos. Ela trabalhou como secretária por 34 anos e depois que se aposentou procurou o curso para se reciclar. “Gosto muito das disciplinas de geografia, história e geopolítica. Além do mais, aqui encontrei pessoas que se transformaram em grandes amigos.”

sinésio (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Sinésio Ferreira diz que o curso o complementou
(Foto: Vanessa Fajardo/G1)

'Nunca falto às aulas'
Aposentado há 15 anos, o ex-militar Sinésio Ferreira, de 63 anos, diz que o curso o complementou. Ele começou a frequentar faculdades da maturidade quando morava em Santos, no litoral de São Paulo. “Não queria só nadar e caminhar na praia. Precisava me ocupar.”

Morando em São Paulo desde 2007, Ferreira afirma que não se intimida com a pequena quantidade de homens na sala de aula – na turma atual são apenas três. “Os homens estão mais retraídos. Não estão a fim de encarar a vida. Mas eles não sabem o que estão perdendo. Venho com tanto prazer às aulas, nunca falto, e sempre volto para casa bem.”

Alunos dão trabalho, diz professora
Para Maria Esmeralda Mineu Zamlutti, coordenadora da Universidade da Maturidade São Judas, quem procura o curso está em busca de conhecimento, não de um passatempo. "Eles queremr aprender alguma coisa nova ou reciclar o que já sabe."

Esmeralda também dá aulas no curso de graduação e pós da São Judas. Ela diz que na sala de aula, alunos dão o mesmo trabalho independente da idade. "Na classe da maturidade eles também reclamam, reivindicam e são falantes. Tenho sempre de chamar a atenção."

As aulas na São Judas ocorrem duas vezes por semana: às terças e quintas-feiras. Às quartas-feiras, há aulas de informática opcionais. Neste primeiro semestre do ano os alunos terão aulas de memória, sobre os países do leste europeu, história política e sociedade, economia chinesa e história dos partidos políticos brasileiros.

Nova cabeça

Na Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o objetivo do curso é proporcionar qualidade de vida física e mental aos idosos, segundo a coordenadoraNadir Aparecida de Matos Nogueira.

O curso da Unifesp, criado há 12 anos, tem um ano de duração e intercala disciplinas de saúde ministradas pelos professores da graduação com conhecimentos gerais e aulas de direito, história da arte, geografia, entre outras. Anualmente são abertas 180 vagas que são preenchidas em pouco tempo.

"Muitos alunos chegam por indicação médica, com depressão e outras doenças. Em pouco tempo notamos eles diferentes, mais participativos, navegando pela internet", afirma Nadir Aparecida. "A cabeça muda."


Um casal de nonagenários britânicos subiu ao altar no último dia 23/01/2011





Os britânicos Leslie Harper (esq.), 93, e Elsie Dunn, 90, voltaram a se casar após cinco décadas


Nonagenários britânicos subiram ao altar no último sábado, mais de 50 anos depois de ter se divorciado, período no qual eles ficaram praticamente sem falar um com o outro.



Leslie Harper, 93 anos, e Elsie Dunn, 90, se casaram no Cartório de Registros de Bridlington, em Yorkshire (Inglaterra).

Ambos se conheceram em 1937 e se casaram quatro anos depois, na cidade de Hull. No entanto, Elsie e Leslie se separaram em 1954 e ficaram cinco décadas praticamente sem contato. A única ligação entre eles era a sua filha, Pauline, nascida em 1945.

Os dois tiveram outros casamentos nos anos 1960, mas acabaram viúvos. Logo depois da morte da mulher de Leslie em 2004, ele voltou a entrar em contato com a ex-mulher, tentando uma reaproximação.


"Ele ligou para a nossa filha, Pauline, perguntando se ela achava que eu gostaria de vê-lo", disse Elsie ao jornal Driffield Post Times. "Ela foi muito a favor, mas disse que ele deveria me ligar primeiro. Um dia ele veio aqui, e foi isso."

Leslie e Elsie voltaram a morar juntos logo depois da reaproximação. Ele a pediu em casamento na véspera do Natal passado.


O primeiro casamento entre Leslie e Elsie terminou de maneira tão amarga que ela tinha jogado fora todas as suas fotos da cerimônia. Ele, no entanto, guardou as suas cópias durante todo o tempo em que ficaram separados.


"Todo mundo ficou muito feliz por eles. Eles foram feitos para ficar um para o outro", disse Pauline ao Driffield Post Times.

Além de sua única filha, o casal tem dois netos e uma bisneta.


UOL Notícias

Treinamento de força para o Idoso


O treinamento de força deixa os músculos mais fortes, preserva a independência física, limita a probabilidade de doenças crônicas graves (como diabetes) e ajuda a manter os corpos em envelhecimento fisiologicamente mais jovens do que a idade cronológica que possuem.

É mito dizer que o idoso perde completamente a capacidade de responder ao estímulo do treinamento de força, estudos dizem que há melhoria de força de até 200% se treinado em intensidade suficiente, além do papel dos músculos no metabolismo energético (gasto de calorias, controle e perda de peso), a perda muscular pode resultar na perda de densidade óssea e sensibilidade à insulina( aumenta a ação da insulina) e na redução da capacidade aeróbia

Por essas e outras razões, os programas que aumentam massa muscular podem aumentar a independência funcional e a capacidade em idosos anteriormente sedentários, e podem diminuir o risco de desenvolver muitas doenças crônicas relacionadas a idade.

Os ossos e os músculos se deterioram com a idade, especialmente com a inatividade , a melhor forma de fortalecer os ossos é estimular os músculos que se ligam a eles, ter uma dieta saudável e fazer atividade como musculação que possua baixo impacto.
A melhoria da postura é outro ganho do treinamento de força, músculos fortes ajudam a manter uma postura ereta e podem eliminar muitos problemas ortopédicos associados as costas, quadris e joelhos.

Fonte: http://www.bancodesaude.com.br/user/4065/blog/treinamento-forca-idoso

O mendigo Idoso da “voz de ouro” nos E.U.A

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Ted Williams, 53 anos, era apenas um mendigo até semana passada. Sua vida mudou quando alguém notou algo incrível nele e resolveu mostrar para o mundo, sua voz. Doral Chenoweth foi a pessoa que colocou o vídeo de Ted na internet, que acabou parando no YouTube no início de Janeiro e virou um hit mundial. O vídeo, que mostra seu incrível talento, teve mais de 9 milhões de acessos em menos de 1 semana. Você pode conferi-lo abaixo:

"Eu tenho uma voz que foi presenteada por Deus."

Devido a tanto sucesso, Ted foi chamado para dar diversas entrevistas em emissoras de rádio e canais de televisão. Graças a seu talento, Ted conseguiu um emprego fixo e uma casa para morar. A rede americana de televisão CBS mostrou um pouco da história de Ted em rede nacional e providenciou o encontro com sua mãe, a qual não via há 20 anos. Confira a entrevista de Ted para o programa “The Early Show” da CBS abaixo:

O encontro de Ted com sua mãe:

Entrevista para o canal NBC no programa “Today”. Ted narra a entrada do programa:

Ted recebeu diversas propostas de emprego. Entre elas:

- Foi convidado para ser a voz dos comerciais da empresa Kraft Foods.

- O time de basquete da NBA Cleveland Cavaliers ofereceu a Ted um emprego integral de narrador e também uma casa.

- Foi oficialmente contratado pelo canal MSNBC, para realizar trabalhos de voz (claro!).’

Aposto que Ted Williams está rindo à toa! Ele merece!

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