Exemplo de idoso inspira colegas mais jovens a ter força de vontade.
Idoso de 86 anos realiza sonho e cursa matemática na UFMS
Exemplo de idoso inspira colegas mais jovens a ter força de vontade.
Britânicos se casam após 28 anos de noivado
Ivan Brown, 63, e Barbara Furlonger, 55, do Reino Unido, decidiram que era chegada a hora de juntar os trapos de vez depois que ela se aposentou no início do ano passado.
Perfeccionista confessa, Barbara então passou 12 meses planejando cada detalhe do grande dia para então tornar-se oficialmente a senhora Brown.
A lua de mel acontece 30 anos depois que eles se encontraram pela primeira vez na unidade de terapia intensiva do hospital onde trabalham em Londres, em 1981.
"Não posso acreditar que este dia finalmente chegou e que vamos ser marido e mulher. Essa foi uma maratona de noivado", contou a recém-casada ao "Daily Mail".
Eles noivaram dois anos após se conhecerem, mas trabalhar em hospital não é fácil, segundo os pombinhos, por isso eles não tinham tempo de programarem a data e não tinham sempre o mesmo fim de semana de folga.
"Quando me aposentei no ano passado perguntei ao Ivan se podia organizar o casamento e ele disse sim, entrei em choque. Gosto de organizar as coisas com precisão militar, se tivesse feito tudo estressada, as coisas poderiam ter saído erradas e eu ficaria irritada", completou Barbara.
O casal, que já mora junto há bastante tempo, não quis presentes, eles pediram aos convidados que fizessem doações a um hospital infantil.
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Idosos voltam às salas de aula para aprender e resgatar a autoestima
Faculdades da maturidade recebem alunos em busca de conhecimento.
Conheça algumas opções de onde estudar.
Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo
da maturidade da Universidade São Judas em
busca de conhecimento e novos amigos (Foto:
Vanessa Fajardo/G1)
Nesta faculdade não há vestibular, lista de chamadas, provas ou boletim. Mas há vontade de aprender. Este é o principal requisito das faculdades da terceira idade, também chamadas de maturidade, para receber pessoas com mais de 40 anos interessadas em voltar à vida escolar mesmo sem ter nenhum diploma.
Cada instituição segue um modelo de trabalho. Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, o curso é anual, na Universidade São Judas, a grade é semestral. Há aquelas que cobram mensalidades e outras onde as atividades são gratuitas, como na Universidade de São Paulo (USP).
A maioria das instituições exige que o interessado tenha, no mínimo, 40 anos. Não há provas de seleção ou avaliações. No entanto, mesmo os cursos vinculados às instituições de ensino renomadas, não são credenciados pelo Ministério da Educação, por isso não são válidos como graduação.
O G1 acompanhou um dia de aula na turma "madura" da Universidade São Judas, em São Paulo, e conheceu alunos que viram nesta volta à sala de aula novos sentidos para a vida.
São Judas (Foto: Vanessa Fajardo/G1)
'Comecei a ser mais respeitada'
Para a ex-professora Janette Apparecida Evangelista, de 73 anos, que frequenta as aulas na São Judas há 15 anos, o curso trouxe o resgate da autoestima e uma nova família. Seu marido morreu aos 54 anos, vítima de infarto, e ela nunca mais se casou. "No curso encontrei um novo sentido para a vida. Fiz verdadeiros amigos. Viajamos juntos, comemoramos aniversários. Formei uma nova família", afirma.
Janette é a representante da turma. É ela quem organiza passeios, excursões e dá boas-vindas aos novos estudantes. Para ela, o curso traz um aprendizado contínuo. “Comecei a ser mais respeitada. Falo de igual para igual com meus filhos e netos. A faculdade me deu mais autoconfiança e os horizontes se alargaram.”
Foi na faculdade que Janette também aprendeu a navegar pela internet. Ela gosta de pesquisar, atualmente buscou informações sobre a China, além de trocar e-mails.
Gilda Schmidt, de 68 anos, também está na faculdade há 16 anos. Ela trabalhou como secretária por 34 anos e depois que se aposentou procurou o curso para se reciclar. “Gosto muito das disciplinas de geografia, história e geopolítica. Além do mais, aqui encontrei pessoas que se transformaram em grandes amigos.”
(Foto: Vanessa Fajardo/G1)
'Nunca falto às aulas'
Aposentado há 15 anos, o ex-militar Sinésio Ferreira, de 63 anos, diz que o curso o complementou. Ele começou a frequentar faculdades da maturidade quando morava em Santos, no litoral de São Paulo. “Não queria só nadar e caminhar na praia. Precisava me ocupar.”
Morando em São Paulo desde 2007, Ferreira afirma que não se intimida com a pequena quantidade de homens na sala de aula – na turma atual são apenas três. “Os homens estão mais retraídos. Não estão a fim de encarar a vida. Mas eles não sabem o que estão perdendo. Venho com tanto prazer às aulas, nunca falto, e sempre volto para casa bem.”
Alunos dão trabalho, diz professora
Para Maria Esmeralda Mineu Zamlutti, coordenadora da Universidade da Maturidade São Judas, quem procura o curso está em busca de conhecimento, não de um passatempo. "Eles queremr aprender alguma coisa nova ou reciclar o que já sabe."
Esmeralda também dá aulas no curso de graduação e pós da São Judas. Ela diz que na sala de aula, alunos dão o mesmo trabalho independente da idade. "Na classe da maturidade eles também reclamam, reivindicam e são falantes. Tenho sempre de chamar a atenção."
As aulas na São Judas ocorrem duas vezes por semana: às terças e quintas-feiras. Às quartas-feiras, há aulas de informática opcionais. Neste primeiro semestre do ano os alunos terão aulas de memória, sobre os países do leste europeu, história política e sociedade, economia chinesa e história dos partidos políticos brasileiros.
Nova cabeça
Na Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o objetivo do curso é proporcionar qualidade de vida física e mental aos idosos, segundo a coordenadoraNadir Aparecida de Matos Nogueira.
O curso da Unifesp, criado há 12 anos, tem um ano de duração e intercala disciplinas de saúde ministradas pelos professores da graduação com conhecimentos gerais e aulas de direito, história da arte, geografia, entre outras. Anualmente são abertas 180 vagas que são preenchidas em pouco tempo.
"Muitos alunos chegam por indicação médica, com depressão e outras doenças. Em pouco tempo notamos eles diferentes, mais participativos, navegando pela internet", afirma Nadir Aparecida. "A cabeça muda."
Um casal de nonagenários britânicos subiu ao altar no último dia 23/01/2011
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Nonagenários britânicos subiram ao altar no último sábado, mais de 50 anos depois de ter se divorciado, período no qual eles ficaram praticamente sem falar um com o outro.
Leslie Harper, 93 anos, e Elsie Dunn, 90, se casaram no Cartório de Registros de Bridlington, em Yorkshire (Inglaterra). Ambos se conheceram em 1937 e se casaram quatro anos depois, na cidade de Hull. No entanto, Elsie e Leslie se separaram em 1954 e ficaram cinco décadas praticamente sem contato. A única ligação entre eles era a sua filha, Pauline, nascida em 1945. Os dois tiveram outros casamentos nos anos 1960, mas acabaram viúvos. Logo depois da morte da mulher de Leslie em 2004, ele voltou a entrar em contato com a ex-mulher, tentando uma reaproximação.
"Ele ligou para a nossa filha, Pauline, perguntando se ela achava que eu gostaria de vê-lo", disse Elsie ao jornal Driffield Post Times. "Ela foi muito a favor, mas disse que ele deveria me ligar primeiro. Um dia ele veio aqui, e foi isso." Leslie e Elsie voltaram a morar juntos logo depois da reaproximação. Ele a pediu em casamento na véspera do Natal passado.
O primeiro casamento entre Leslie e Elsie terminou de maneira tão amarga que ela tinha jogado fora todas as suas fotos da cerimônia. Ele, no entanto, guardou as suas cópias durante todo o tempo em que ficaram separados.
"Todo mundo ficou muito feliz por eles. Eles foram feitos para ficar um para o outro", disse Pauline ao Driffield Post Times. Além de sua única filha, o casal tem dois netos e uma bisneta.
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Treinamento de força para o Idoso
Por essas e outras razões, os programas que aumentam massa muscular podem aumentar a independência funcional e a capacidade em idosos anteriormente sedentários, e podem diminuir o risco de desenvolver muitas doenças crônicas relacionadas a idade.
O mendigo Idoso da “voz de ouro” nos E.U.A
Ted Williams, 53 anos, era apenas um mendigo até semana passada. Sua vida mudou quando alguém notou algo incrível nele e resolveu mostrar para o mundo, sua voz. Doral Chenoweth foi a pessoa que colocou o vídeo de Ted na internet, que acabou parando no YouTube no início de Janeiro e virou um hit mundial. O vídeo, que mostra seu incrível talento, teve mais de 9 milhões de acessos em menos de 1 semana. Você pode conferi-lo abaixo:
Devido a tanto sucesso, Ted foi chamado para dar diversas entrevistas em emissoras de rádio e canais de televisão. Graças a seu talento, Ted conseguiu um emprego fixo e uma casa para morar. A rede americana de televisão CBS mostrou um pouco da história de Ted em rede nacional e providenciou o encontro com sua mãe, a qual não via há 20 anos. Confira a entrevista de Ted para o programa “The Early Show” da CBS abaixo:
O encontro de Ted com sua mãe:
Entrevista para o canal NBC no programa “Today”. Ted narra a entrada do programa:
Ted recebeu diversas propostas de emprego. Entre elas:
- Foi convidado para ser a voz dos comerciais da empresa Kraft Foods.
- O time de basquete da NBA Cleveland Cavaliers ofereceu a Ted um emprego integral de narrador e também uma casa.
- Foi oficialmente contratado pelo canal MSNBC, para realizar trabalhos de voz (claro!).’
Aposto que Ted Williams está rindo à toa! Ele merece!
Tags:Mendigo, Ted Williams, Vídeos, Voz de Ouro

