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A satisfação sexual da mulher aumenta com a idade

A libido da mulher pode até diminuir com o passar dos anos, mas o mesmo não se pode dizer da satisfação sexual.
sexo idade 300x168 A satisfação sexual da mulher aumenta com a idade
Fonte: GettyImages
Pesquisa realizada com centenas de mulheres entre 40 e 80 anos, com um idade mediana de 67 anos, revelou que as noites de paixão são menos frequentes à medida que envelhecem, porém a falta de quantidade é compensada por um aumento na qualidade.
O estudo aparece na edição de janeiro do American Journal of Medicine e foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, San Diego School of Medicine e do Veterans Affairs San Diego Healthcare System.
A maioria das mulheres entrevistadas, incluindo as sexualmente ativas e as inativas, descreveram-se como moderadamente ou muito satisfeitas com a vida sexual. Fato curioso é que o percentual de satisfação aumenta com a idade – cerca de 80% das mulheres com mais de 80 anos revelaram satisfação sexual quase sempre ou sempre.
Para o Dr. Susan Trompeter, autor do estudo, “a atividade sexual não é sempre necessária para a satisfação sexual. Aqueles que não são sexualmente ativos podem alcançar a satisfação sexual através de toques, carícias ou outras intimidades. A proximidade emocional e física do parceiro pode ser mais importante do que experimentar o orgasmo.”

Saúde e Sexualidade no Rádio - Calor e menopausa, como cuidar? - Valorização do idoso


Neste bloco, falaremos como cuidar de mulheres que tem calor na menopausa. Falaremos, também, dos cuidados que se devem ter com os idosos. O Programa "Saúde e Sexualidade no Rádio" é transmitido pela Rádio Trianon AM 740, todos os Domingos às 10 horas da manhã. Este programa está dividido em 4 partes. Quer participar?
Mande sua pergunta para saudesexualidade@terra.com.br
ou ligue para (11) 3831-3882 e iremos responder e esclarecer suas dúvidas!



Sexualidade na terceira idade: As mutações físicas,efeitos das doenças ou invalidez

Quem disse que você é velho demais para fazer sexo?

A sexualidade na terceira idade é freqüentemente vista e baseada em velhos estereótipos privado de significados, como também é associada a disfunção ou insatisfação.

Os estereótipos de que as pessoas idosas não são atraentes fisicamente, não têm interesses por sexo ou são incapazes de sentir algum estímulo sexual, ainda são amplamente difundidos.

Estes estereótipos, unidos a falta de informação, induzem a gente a uma atitude pessimista em tudo que se refere ao sexo na velhice.

Se bem que, com uma saúde razoável e um partner disponível, a maior parte dos anciãos continuam a ter relações sexuais mesmo aos 80/90 anos.

Esta constatação é substituida por numerosos estudos que demonstram que um vasto percentual de indivíduos com idade superior aos 65 anos, não só continuam a atividade sexual, mas também, geralmente são satisfeitos do sexo e de seus paceiros.

A maioria das pessoas idosas desejam e são em grau de usufruir de uma vida sexual satisfatória. Uma atividade sexual regular ajuda a manter a habilidade no sexo.

Com o passar do tempo, todavia, é possível constatar uma certa diminuição de resposta aos estímulos. Este fenômeno é relacionado ao processo normal de envelhecimento.

SEXUALIDADE: as mutações físicas devido a idade

As mudanças que intervém na fisiologia sexual de um indivíduo em idade avançada, podem afetar, seja a função erétil que a ejaculação.

Essas alterações não devem ter algum impacto funcional em relação ao usufruto subjetivo de um encontro sexual.

Porém, o conhecimento do fato que essas mudanças não são disfunções e que uma assistêcia pra corrigir as praticas sexuais, pode ser indispensável para prevenir tal ocorrência devido a ansiedade ou medo de falhar.

Os homens freqüentemente percebem algumas mudanças distintivas como:

Prolongamento do tempo necessário para haver uma ereção completa.

A ereção pode não ser assim firme ou ampla como nos últimos anos precedentes.

Uma diminuição do tempo em manter a ereção antes da ejaculação.

Redução da força de ejaculação e um aumento de duração da fase refratária.

Percepção mais limitada do fato que a ejaculação está para vir.

A perda de ereção depois de um orgasmo pode ser mais rápido, ou então precisa de mais tempo para obter outra ereção.

Alguns homens podem necessitar de uma maior estimulação manual.

Pessoas idosas que ignoram as mudanças normais das funções sexuais próprias do envelhecimento e que por falta de informação, adota atitudes erradas em relação a atividade sexual na terceira idade, pode ser influenciada pelo fenômeno de ansiedade da expressão sexual.

Em particular relevância nas pessoas idosas, é o temor e a ansiedade que podem resultar em interpretações negativas das alterações na estrutura genital e na resposta sexual, próprio da idade.

Apesar disto, com o passar do tempo se manifestam uma variedade de alterações nas respostas sexuais e estas modificações devem ser compreendidas pelo ancião.

Quando o homem envelhece, o fenômeno da impotência* parece acentuar-se, especialmente em homens acometidos de problemas cardíacos, diabetes e hipertensão.

(*Impotência é a incapacidade masculina em conseguir e manter uma ereção suficientemente vigorosa para haver uma relação sexual.


SEXUALIDADE: os efeitos das doenças ou invalidez

Embora as doenças e a invalidez possam afetar a sexualidade, mesmo nas mais sérias condições não devem impedir que o indivíduo tenha uma vida sexual satisfatória.

Disfunções cardíacas

Muitas pessoas que sofreram ataques cardíacos, temem que o fato de haver relações sexuais possa causar outros ataques. Esse risco é muito baixo, seguindo as orientações de seu médico. Muita gente pode recomeçar a atividade sexual depois de um periodo de tempo variável entre 12 e 16 semanas após ter sofrido um ataque.

Diabetes

Muitos homens sujeitos ao diabetes não tem problemas, mas é uma das poucas doenças que na realidade pode causar impotência.

Artrite

Dores articulares devido a artrite, podem limitar a atividade sexual. Tratamentos cirúrgicos ou medicinais podem aliviar as dores. Em alguns casos, os medicamentos podem diminuir o desejo pelo sexo. Exercícios físicos, repouso, banhos quentes e mudanças de posição durante o ato sexual, pode ajudar.


Fonte: http://www.diariopb.com.br/sexualidade-na-terceira-idade-as-mutacoes-fisicasefeitos-das-doencas-ou-invalidez/

Sexo na Terceira Idade


Quando se fala em idoso, logo se pensa num 'velhinho' sem forças ou numa 'velhinha' sentada fazendo tricô. Essa representação entra em choque com a atualidade, pois essas são imagens que não correspondem ao real. A grande maioria da população idosa tem características do envelhecimento sem estar nesse estereótipo. Não muito antigamente, quando a expectativa de vida era menor e, entre tais pessoas, poucos eram os que mantinham uma boa saúde, o aspecto sexual era outro. Muitos se confortavam com a chance de suspender o sexo respaldado numa referência socialmente construída.

Todavia, pessoas idosas, relativamente saudáveis, que gostem de sexo, são capazes de aproveitá-lo. Hoje já se sabe que o interesse sexual é normal em todas as idades. Mas aquilo que no jovem é visto como sexualidade, no velho ainda há os que vêem como libertinagem. Pouco se falava sobre a sexualidade nessa época da vida. Pessoas de mais idade cresceram num ambiente de puritanismos vitorianos e mal informados, sentiam-se culpados em relação a qualquer sensação de excitação sexual. Vindos de uma educação repressora, viveram imersos em conceitos hoje considerados retrógrados onde o sexo era pecaminoso, sujo e com objetivo da procriação.

A vivência da sexualidade na 3ª idade nada mais é do que a continuação de um processo que teve início na infância. São os sentimentos de cada um, aliados às alterações anatômicas e fisiológicas trazidas pela idade que modelam o comportamento sexual de tais pessoas.
E pelo fato da sexualidade ainda estar muito atrelada a reprodução ainda é difícil perceber a continuidade da sexualidade após determinada idade. Isso acontece mesmo depois do avanço da medicina que pode cuidar de algumas doenças capazes de prejudicar a sexualidade plena, como é o caso de artrites (em alguns casos, as medicações utilizadas em seu tratamento podem diminuir o desejo sexual.

É recomendado exercícios físicos, repouso e mudanças de posição durante o ato sexual), hérnia de disco, diabetes (uma das poucas doenças que podem ocasionar a disfunção erétil), doenças cardíacas (se o coração estiver debilitado, o ataque poderá ocorrer com qualquer esforço físico, não só com o sexo), derrame (pouco provável ser prescrito a interrupção sexual. Outros episódios não ocorrerão por tal esforço), anemia (causa comum de fadiga e da diminuição da atividade sexual) doença de Parkinson, Peyronie, incontinência de esforço e dores lombares.
Algumas questões emocionais podem dizer respeito a conflitos conjugais, aposentadoria, morte da pessoa amada além do próprio fato de envelhecer, sem saber o que se espera e como agir diante de tais mudanças.

Informação e aceitação são ingredientes fundamentais entre os parceiros. É preciso descobrir maneiras de utilizar as diversidades e transformações para solidificar a intimidade, aumentar o prazer e satisfação. Porém como se percebe grande dificuldade em se falar sobre a sexualidade é comum a evitação. Além disso, a ignorância referente as transformações anatomofisiológicas levam à evitação sexual. Muitos homens não percebem tais alterações, produtos do ritmo biológico, como normais da conduta sexual originárias da idade, levando a um quadro de ansiedade.

Masters e Johnson puderam demonstrar através dos seus trabalhos sobre anatomofisiologia da resposta sexual que o processo de envelhecimento ocasiona mudanças na atividade sexual dos idosos. Eles perceberam que com os anos, o corpo se transforma. As mulheres sentem tais mudanças na época da menopausa (que marca o final da possibilidade de reprodução e não o término da vida sexual), quando as mudanças fisiológicas atróficas acontecem na pele, na mucosa genital e mamas. A lubrificação vaginal se lentifica e a própria forma vaginal também pode se modificar, ficando mais estreita e curta, mesmo que normalmente continue com tamanho suficiente para que ocorra a penetração. O revestimento vaginal torna-se fino e facilmente irritável, o que pode acarretar rachaduras e sangramento. Acontece o enfraquecimento da musculatura perineal devido a um processo gradual de atrofia. Com as paredes mais finas, bexiga e uretra ficam menos protegidas podendo se irritar durante o ato. Por outro lado,
após a menopausa, não existe o temor da gravidez e a mulher já não gasta tanto tempo pra cuidar dos filhos.

Com o homem a partir dos 40 anos a produção de espermatozóide diminui. Também há uma redução na produção da testosterona, porém de forma vagarosa e não muito acentuada. Ocorre também a diminuição da dopamina e um aumento da prolactina, o que reduz o desejo sexual. Há homens que manifestam crises com sintomas psicológicos como depressão e irritabilidade. A ereção torna-se menos rígida e mais lenta, havendo menor urgência de ejacular e um maior controle da mesma, o que pode ser um ponto positivo, pois ao prolongar o ato podem aumentar o prazer enquanto casal. Há uma diminuição do volume ejaculado e da força da ejaculação, uma queda da ereção mais rápida após a ejaculação, seguida pelo aumento do tempo do período refratário.
Apesar de todos os estudos realizados, até hoje informações erradas envolvem a sexualidade após a idade madura.

É preciso conhecer e se adaptar às mudanças fisiológicas que surgem com a idade. Cuidar do estado geral da saúde assim como da aparência: higiene descuidada e roupas de ficar em casa rasgadas são formas de perceber desatenção pelo parceiro.
Há quem afirme que a maioria dos problemas sexuais nessa idade tiveram início anteriormente, quando o casal estava imerso em preocupação com os filhos e ou trabalho. Tais atividades podem mascarar a falta de comunicação entre eles, voltando com toda a força nessa idade, quando sobra mais tempo para ficarem juntos.

Mas um aspecto positivo é que tendo uma agenda menos apertada, conquistada pela aposentadoria, pode-se perceber qual o momento predileto de se fazer amor, por exemplo, sem ser a noite, quando muitas vezes, um dos parceiros está sem vontade ou cansado.
Os médicos afirmam que o aparecimento de disfunções sexuais na terceira idade se dá muito mais devido a problemas de saúde do que a própria idade. Idosos e jovens passam pelos mesmos problemas e preocupações sexuais, a diferença é que os aspectos sociais, biológicos e psicológicos podem exigir maior atenção na 3ª idade. Mas nem a idade, nem a maioria das doenças implicam no fim do sexo.

Claro que uma doença ajuda, faz com que o corpo se confronte totalmente com a ameaça física, aumentando a ansiedade e diminuindo a atenção das sensações sexuais, mas tais mudanças não são inibidoras da atividade sexual. É sabido que a capacidade e desempenho são influenciados por enfermidades físicas e imperativos sociais, capazes de alterar o desejo masculino e feminino, mesmo que este possa se presentificar em toda a vida ainda que em menor intensidade e freqüência.

Fato é que a idade não dessexualiza o ser humano. Assim, não existe limites de idade para se conservar uma atividade sexual ainda que ocorram mudanças fisiológicas. A sexualidade é uma forma de expressar carinho e afeto, sentimentos que não tem idade. Os desejos podem se modificar, mas não terminam. E para tanto, basta que o corpo seja respeitado.


Referências Bibliográficas:
Butler, R & Lewis, M. (1985). Sexo e amor na terceira idade. (trad. Ibanez de Carvalho Filho) São Paulo: Summus.
Cavalcanti, R & Cavalcanti, M. (2006) Tratamento clínico das inadequações sexuais. São Paulo: Roca.
Masters, W. & Johnson, V. (1976). A conduta sexual humana. (trad. D. Costa) Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexólogaw

"Eu não sei ficar"

Quem passa dos 50 quer algo mais
sólido do que apenas uma noite

Otavio Dias de Oliveira
Oscar Cabral
A paulista Sonia Ramalho, 54 anos:
"A internet é ótima para conhecer novos pretendentes"
O carioca Artur Bernstein, 70 anos:
"Ainda estou no mercado"

"É uma bobagem, mas ainda fico muito nervoso na hora de conhecer alguém", confessa o publicitário carioca Artur Bernstein, 70 anos, alto, magro, extremamente elegante. Divorciado há oito anos pela segunda vez, ele se diz de volta "ao mercado", mas sem muito sucesso em suas investidas. "Nessa idade, a gente não sabe muito bem por onde começar", conta. Ter a impressão de que paquerar depois de uma determinada idade se torna mais complicado é natural. Os códigos e as regras da sedução parecem ter se alterado de maneira definitiva. Para quem é do tempo em que se namorava no sofá da sala, pensar em "ficar" uma noite ou ser assediado atrevidamente por alguém mais jovem, por exemplo, pode soar estranho. "Sinto-me perdido. 'Ficar' é muito chato e vazio", afirma Bernstein. Mas não é bem assim. De fato, segundo os especialistas, a principal diferença na hora de encontrar um par depois dos 50 anos diz respeito às expectativas e à bagagem de vida de cada um. Lidar com ex-mulheres e ex-maridos, filhos, doenças, frustrações, decepções não é fácil. "É também uma fase da vida em que não se quer mais construir uma família. O que vale é o companheirismo. É quando só importam sentimentos e intenções verdadeiras. E isso é difícil encontrar", disse a VEJA a escritora americana Alice Solomon, autora do livro Find the Love of Your Life After 50 (Encontre o Amor de Sua Vida Depois dos 50). A professora paulista Sonia Ramalho, 54 anos, dois ex-maridos, concorda. Nos últimos anos, colecionou histórias de paqueras frustradas. "Ou eles querem as jovens ou só casos sem compromisso. Busco algo menos superficial", diz. Recentemente, ela recorreu à internet para conhecer pretendentes. "Troquei e-mails com uns cinqüenta homens e cheguei a sair com cinco. Foi uma experiência válida porque peneirei bem quem eu queria", conta.

Tão bom quanto aos 30


Internet, Viagra e corpos enxutos. A vida
sexual da turma grisalha está cada vez melhor

Tenho certeza de que nossa vida sexual é tão animada como a dos nossos filhos", diz a arquiteta carioca Neise Zenobio, 51 anos, casada com o ator gaúcho Marcos Wainberg, 56 anos. Juntos há onze anos, eles afirmam ser tão interessados em sexo quanto na juventude. "Por que não? Sou a mesma pessoa, tenho os mesmos desejos. Claro que o vigor físico é outro, mas é a única diferença", conta ela. Se no passado a freqüência de relações sexuais de um casal minguava com o passar dos anos, hoje não se pode dizer o mesmo. Uma pesquisa do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo revelou que cerca de 95% dos homens e mulheres na faixa dos 50 anos têm vida sexual ativa. E que a maioria absoluta considera o próprio desempenho na cama muito satisfatório. "É uma mudança própria da geração que vai viver mais do que a dos pais e avós. Todas as fases da vida vão se estender, e o sexo está incluído", diz o psiquiatra paulista Moacir Costa.

A turma grisalha passou a viver intensamente a sexualidade graças a uma sociedade menos preconceituosa, aos avanços da medicina e ao empurrão da cosmética. Pode parecer bobagem, mas, quando novelas e filmes passam a exibir cenas tórridas de amor entre pessoas mais velhas, a compreensão de que se trata de um comportamento natural se consolida – como no filme Alguém Tem que Ceder, com ícones como Jack Nicholson, 68 anos, e Diane Keaton, 59 anos, se beijando sob os lençóis. A internet também contribuiu imensamente para tirar do marasmo a vida de quem é divorciado, solteiro ou viúvo. Só no site de relacionamentos ParPerfeito, o maior do país, há cerca de 130 000 inscritos com mais de 50 anos. Quem não sabia onde procurar um parceiro – mesmo que para aventuras passageiras – agora tem uma ferramenta eficiente. "Isso é a verdadeira globalização", diz o diretor de conteúdo do site, Guilherme Oliveira. Outro fator é o impressionante descompasso entre a idade cronológica e a disposição física, psicológica e emocional de quem entrou na casa dos "enta". Antes, o certo e esperado para quem se tornava avô ou avó era ficar grisalho, meio flácido, largado e conformado com a falta de sexo – o que hoje é quase impensável. "As pessoas se cuidam muito mais. Ficam jovens, atraentes e desejáveis por mais tempo. É claro que para isso é preciso ter acesso a muita informação e dinheiro sobrando", afirma o psiquiatra Ronaldo Pamplona da Costa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana.

É fato que várias mudanças físicas ocorrem com o envelhecimento. Dificuldade de ereção, ejaculação precoce, diminuição da libido, tudo triplica com o passar dos anos. Mas a medicina contribuiu muito para resolver a questão. Com o advento do Viagra e seus concorrentes (Cialis, Levitra), os homens conseguiram estender sua vida útil na cama por muitos anos. Já elas puderam se livrar dos incômodos da menopausa graças aos benefícios da reposição hormonal. Há quem discuta os perigos oferecidos pelo tratamento, mas quem ouve falar de seus benefícios em geral decide correr o risco. A febre dos comprimidos contra impotência é inegável. Só no ano passado, os brasileiros consumiram 16 milhões deles. A engenheira carioca Branca Terra, 50 anos, divorciada há sete, dá seu testemunho: "Nem sei mais como é o sexo sem o Viagra. A maioria dos homens toma. Eles ficam agitados e vermelhos, mas o sexo é muito bom".

 


Categoria internet:" Aos 66 anos, Lésbica assume posto de primeira-ministra na Islândia"

A ministra de Ação Social do país europeu, Johanna Sigurdardottir, será a primeira homossexual assumida a governar uma nação.

Quando assumir o cargo de primeira-ministra da Islândia na semana que vem, Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, será a primeira autoridade gay a governar um país. Atual ministra da Ação Social de seu país, ela vai substituir o ex- premiê Geir Haarde, que se afastou do cargo na segunda-feira (26), após intensos protestos da população por conta dos graves reflexos da crise financeira global na economia islandesa.
A futura primeira-ministra nasceu na capital da Islândia, Reykiavik, e trabalhou como aeromoça da companhia aérea Loftleidir. Tornou-se ministra da Ação Social em 1987, e posteriormente passou a fazer parte também do Comitê da Indústria e do Comitê dos Assuntos Exteriores do governo islandês. Casada com a jornalista e roteirista Jonina Leosdottir desde 2002, teve dois filhos em um relacionamento anterior.
Alguns políticos homossexuais já ocupam cargos importantes, como é o caso dos prefeitos de Paris, o socialista Bertrand Delanoë, e de Berlim, o social-democrata Klaus Wowereit . Mas, até hoje, nenhum gay havia se tornado chefe de Estado.

Categoria: Internet "Descobriu o amor, via Web, aos 81 anos"

Wu Jieqin, professor de arte de Pequim, que passou uma temporada em um asilo de idosos, casou-se com Jiang Xiaohui, de 58 anos, em ceremônia celebrada na semana passada.

O casal se conheceu em uma rede de relacionamentos.

“Em nossas conversas online, me apaixonei pela voz dele. Não me pareceu que ele tinha essa idade. Quando nos vimos pessoalmente pela primeira vez, me encantei com sua delicadeza e sorriso”, disse Jiang ao jornal Beijing News.

Para ir ao altar com Jiang, Wu teve que enfrentar a oposição dos pais da amada, de 85 e 86 anos. Eles temiam que o romance não desse certo.


Wu Jieqin

Categoria: Internet - LIMEIRA SP - Dúvidas sobre sexualidade na terceira idade "

Insegurança e questionamentos também fazem parte do universo das pessoas idosas quando o enfoque é o sexoDaniela Calderaro“É possível dizer que os idosos têm tantas dúvidas a respeito da própria sexualidade quanto os adolescentes”. Essa afirmação quem faz é a pesquisadora Helena Brandão Viana, apresentada à Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp. Para tanto ela investigou o comportamento e consequentemente o estilo de vida de dois grupos de idosos, um formado por sedentários e outro por praticantes de atividade física. Para obter um resultado satisfatório a pesquisadora adaptou uma escala (questionário) capaz de medir o grau de informação dos entrevistados acerca de um determinado tema. A escala foi criada nos Estados Unidos, visto que o Brasil não dispunha do instrumento de pesquisa. “Pudemos identificar a partir da pesquisa que esse assunto é negligenciado pelos estudiosos e continua sendo alvo de preconceitos por parte da sociedade”, revela Helena.OportunidadesOs idosos gostariam de ter mais oportunidade para se informar e também falar sobre a sua própria sexualidade. De acordo com Helena, as entrevistas revelaram aspectos importantes da sexualidade na velhice. O primeiro deles é que o assunto permanece negligenciado. “A área médica, por exemplo, investiga muitos aspectos da sexualidade, mas não aborda amplamente o tema em relação à velhice. Quando o faz, os estudos são concentrados nas questões das perdas, como as disfunções eréteis ou a falta de lubrificação vaginal Isso contribui, ainda que indiretamente, para a manutenção de mitos como a que afirma que a velhice impediria uma vida sexual ativa. E definitivamente isso não é verdade”, afirma a educadora.O estudo apurou também que o desconhecimento sobre a sexualidade na velhice é apontado pelos idosos. Eles revelam a importância e a necessidade de se informar mais, mas sentem vergonha de abordar o tema com seu médico, e pior ainda quando a mulher é viúva. Por outro lado, muitos médicos evitam o assunto com receio de constranger suas pacientes. “Essa falta de diálogo é preocupante, pois impede que esse grupo seja devidamente esclarecido”, afirma a autora da tese.Eles e ElasEm relação às principais dúvidas dos idosos sobre a sexualidade, a escala identificou que elas estão freqüentemente associadas a tabus que se mantêm ao longo do tempo. Muitas mulheres, por exemplo, não sabem até quando deveriam manter a atividade sexual. Várias pessoas acreditam no mito segundo o qual a menopausa seria um marco para a supressão dessa prática. “Algumas, por conta de crenças religiosas, consideram que o sexo está exclusivamente vinculado à reprodução. Logo, se elas já não são mais férteis, não deveriam continuar mantendo relações sexuais”, detalha Helena, que foi orientada em seu doutorado pela professora Vera Aparecida Madruga.Os homens, conforme apurou a escala, apresentam menos dúvidas do que as mulheres, mas mesmo assim também demonstram significativo grau de desconhecimento sobre a própria sexualidade. A questão que mais preocupa o grupo é a impotência. Muitos não sabem identificar se uma eventual dificuldade de ereção tem origem emocional ou fisiológica. “A grande dúvida é se a disfunção erétil é passageira ou duradoura”, aponta a pesquisadora. De acordo com ela, a pesquisa também permitiu perceber que o descompasso sexual entre homens e mulheres, tão comum na juventude e idade adulta, traz reflexos na velhice. Desempenho Isso ocorre, diz Helena, justamente porque a maior angústia dos homens reside no seu desempenho sexual. Já as mulheres preocupam-se mais com a possível diminuição da libido, do prazer. “O que a gente nota é que homens e mulheres têm compassos diferentes. Como afirma o ditado popular, mulher é fogão à lenha e homem é fogão a gás. Durante as entrevistas, nós pudemos constatar que muitas mulheres não tiveram uma relação satisfatória com seus maridos e, quando ficam viúvas, acabam usando a velhice como justificativa para dizer que não desejam mais ter uma vida sexual ativa. Como a mulher tende a adquirir um elevado grau de autonomia com a maturidade, se alguma atividade não lhe dá prazer, ela simplesmente abandona essa atividade. Isso vale tanto no plano sexual quanto em qualquer outro”. Conforme Helena, as pesquisas internacionais indicam que o hábito sexual do idoso é semelhante ao que ele teve durante a vida adulta. “Existem algumas perdas fisiológicas, claro, mas elas não interferem necessariamente no desempenho sexual. Se a pessoa tinha uma vida sexualmente saudável aos 30 ou 40 anos, nada impede que ela mantenha isso aos 60 ou 80”. A educadora física lembra que a sexualidade não se resume ao ato sexual em si. Ela contempla também companheirismo e afetividade, entre outros aspectos. “A sociedade precisa compreender melhor essas questões, para que os idosos não continuem sendo alvos de preconceito ou negligência nesse aspecto. Não podemos recriminar nem ridicularizar o idoso apenas porque ele quer ir a um baile ou deseja manter uma vida afetiva.Além de esse grupo ter direito a uma vida plena e com qualidade, não podemos esquecer que um dia nós também envelheceremos e desejaremos ser tratados com mais carinho e dignidade”, pondera.NutriçãoRanking estabelece índice nutritivo dos alimentosUma equipe de profissionais de diversas instituições americanas, liderada pelo especialista em nutrição David Katz, da Universidade de Yale, criou um índice de classificação nutricional dos alimentos. O ranking chamado de NuVal System (Índice Geral de Qualidade Nutricional) permite listar os alimentos mais nutritivos e saudáveis.Os criadores do índice argumentam que as informações incluídas hoje em embalagens de produtos são confusas e afirmam que o NuVal System pode resolver o problema. Cada produto recebe uma pontuação. Quanto maior ela for, maior o valor nutritivo do alimento. Segundo o site do NuVal System, ao aplicar os mesmos critérios para todos os produtos, o índice permite comparações entre alimentos de categorias diferentes. A fórmula usada para a montagem do ranking mede a qualidade nutricional de alimentos e bebidas com base em critérios já estabelecidos por profissionais de nutrição, saúde pública e médicos. Entre os critérios estão a tabela de doses recomendadas de nutrientes do Institute of Medicine, nos Estados Unidos.O sistema também mede a qualidade da proteína, da gordura e do carboidrato, assim como as calorias e a presença de gorduras ômega-3. Segundo a fórmula, um alimento nutritivo deve ter entre outros componentes, fibras, vitaminas A, C, D, E, B12, B6, potássio, cálcio, zinco e ferro. Açúcar, colesterol, sal, gordura saturada e gordura trans, quando presentes em um alimento, baixam sua posição no ranking.

Categoria: Internet "Vovós se transformam em 'garotas do calendário' no litoral de SP"


As 12 modelos ganharam concurso entre 54 candidatas em São Vicente.

Na eleição pela internet, idosas receberam mais de 18 mil votos.

Mulheres com mais de 60 anos deixaram, temporariamente, o posto de vovós para se tornarem modelos. Elas vão ilustrar em 2009 um calendário de fotos produzido pela prefeitura de São Vicente, no litoral paulista.

Mas nada de nu, nem mesmo artístico. Neste ano, as modelos posaram com roupas esportivas.

O concurso 'Garotas do Calendário' faz parte de um programa da Secretaria de Cidadania e Ação Social da cidade para divulgar a prática e necessidade da atividade física para idosos. Todas as candidatas já participam de ações esportivas e culturais dedicados ao público idoso.

As 12 modelos escolhidas foram eleitas pela internet entre 54 candidatas. O concurso 'Garotas do Calendário 2009' contou com os votos de 18.789 internautas. No próximo dia 10 de dezembro, uma festa vai comemorar o lançamento de 4 mil exemplares do calendário, que serão distribuídos gratuitamente.

Nanci Pinto Intrieri, de 80 anos, obteve a preferência de 8 mil internautas, se tornou a mais votada e campeã do concurso. "É a primeira vez que ganho um concurso. Nunca pensei que colheria tantos votos assim. Eles acharam ótimo. Nunca imaginei me ver em calendário antes, nem em sonho", disse ela, que tem três filhos, três netos e quatro bisnetos.

Praticante de Tai Chi Chuan há três anos, dona Nanci defende a prática da atividade. "Faz muito bem para o organismo. Quando não vou, sinto falta. A pessoa não pode ficar parada."

Neide Felisberto, de 68 anos, conta que posou com roupa de vôlei, esporte que pratica desde 2000. "Foi ótimo. Nem pensei que fosse ganhar." De acordo com ela, a família reagiu bem. "Meus filhos gostaram. Acharam que para mim foi muito bom."

Segundo a secretária-adjunta de Cidadania e Ação Social , Débora Vassão, a experiência foi marcante também quem se deixou clicar. "Algumas delas ficaram surpresas porque nunca participaram antes de uma sessão de maquiagem. Outras, que tinham tatuagem, fizeram questão de mostrar", contou ela.

"Uma delas fez foto de surfe em homenagem ao afilhado. Outra vestiu a roupa do filho para fotografar", disse Débora. De acordo com ela, alguns filhos foram escondidos às sessões de foto para ver as mães.

Categoria: Internet - GLOBO REPORTER - "Sexo depois dos 60"



O amor veio de repente, de mansinho. A pensionista Eurides Peres da Silva e o aposentado Ildo Mazzola mal se deram conta, mas já estão namorando há cinco anos. O tempo não levou o carinho. Pelo contrário, deixou o namoro mais fácil, menos complicado, e trouxe até uma liberdade que eles não conheceram na juventude.
"Quando eu era nova, meu pai não deixava. Tinha que sair só com a permissão dele. Então, era ruim. Agora, nós saímos e não damos conversa para ninguém. Temos mais liberdade, por isso, está melhor agora", comemora Eurides.
Eurides tem 67 anos. Ildo, 68. Os dois mantêm uma relação moderna: cada um na sua casa. São viúvos, com filhos criados e netos crescendo.
"É legal ver minha mãe namorando. Ela está se divertindo, está saindo. É bom", comenta o administrador de empresas Mário Sérgio da Silva.
Todo sábado à noite Ildo espera no sofá enquanto Eurides se enfeita para o baile.
"Quando começamos a dançar, eu perguntei se ela queria namorar comigo. Foi no mesmo dia", lembra Ildo.
"Eu disse: 'Olha que eu vou aceitar'", completa Eurides.
Para que perder tempo e para que guardar sorrisos? Eurídes e Ildo fazem parte de uma turma que passou dos 60 com sede de viver.
"Acho que é importante o sexo no namoro, mas não tanto como quando somos novos. Agora é mais calmo, mas tem que ter o seu dia", diz Eurides.
"Muda bastante para o homem também. Continua a mesma coisa, mas vai diminuindo", completa Ildo.
Com a saúde em dia, o sexo faz bem em qualquer idade. Mas o desafio nesta fase da vida é ajustar o descompasso que existe no interesse sexual de homens e mulheres. Maria Lúcia Lebrão coordena uma pesquisa sobre saúde, bem-estar e envelhecimento na cidade de São Paulo. Foram ouvidos moradores com mais de 60 anos. Quando perguntados sobre sexo, 51% dos homens responderam que têm vida sexual ativa e apenas 15% das mulheres.
"No momento em que a mulher já não tem mais a condição da procriação, muitas culturas passam um pouco a idéia de que a atividade sexual pode ser uma coisa impura, uma coisa suja. Ao passo que para o homem não. Ele mantém o interesse pela vida sexual até o fim da vida praticamente", explica Maria Lúcia Lebrão.
"Esse ainda é um estigma no Brasil. Infelizmente, quando vão envelhecendo, as pessoas não ficam muito à vontade em dizer que ainda sentem desejo, necessidade sexual. A longevidade é uma situação cada vez mais instalada. Então, se nós vamos viver 90, 100 anos, vamos agora aposentar a nossa vida sexual aos 50? Teremos 30, 40 anos de vida sem atividade sexual? Não se admite mais isso", diz a pesquisadora Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo (USP).
Eurides e Ildo querem ajudar a desenhar esse novo mapa do comportamento sexual do brasileiro. Querem aproveitar todo o tempo para ser feliz. Corpo em dia, cabeça leve e um coração aberto para o amor.
"Tem horas que você pode ser vovó e tem horas que você não é vovó", brinca Eurides.

Categoria: Internet "O mais belo idoso"

Saúde vai escolher mais belo idoso de SP

Mister Terceira Idade 2008 será conhecido no dia 7 de agosto. Inscrições para concurso são gratuitas e vão até o dia 1º.

Foram abertas nesta segunda-feira (28) as inscrições para a edição 2008 do concurso do mais belo idoso de São Paulo. O concurso, que é organizado pela Secretaria Estadual de Saúde, será realizado no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona Leste da capital paulista.

A eleição é aberta para homens maiores de 60 anos de qualquer região da cidade. De acordo com a secretaria, a competição é uma forma de homenagear os homens a partir de 60 anos durante as comemorações do Dia dos Pais.

Em 2007, o evento contou com 54 inscritos. A expectativa é de que esse número seja superado na edição 2008. A seleção dos 25 finalistas que virão participar da etapa final do concurso será feita no dia 4. Cinco idosos serão premiados nas seguintes categorias: beleza, elegância, simpatia, sorriso e timidez.

O idoso que receber a melhor pontuação em todas as categorias será eleito Mister Terceira Idade 2008. Os interessados em participar da competição devem se inscrever até o dia 1º de agosto no CRI da Zona Leste, das 9h às 17h, levando documento de identidade. O centro fica na Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34, em São Miguel Paulista.

O vencedor do concurso será conhecido no dia 7 de agosto.

Categoria: Internet "Idosa Stripper"

Estados Unidos, aos 80 anos, Tempest Storm ainda faz shows de strip-tease nos Estados Unidos.

Aos 80 anos, stripper americana não pensa em parar Tempest Storm está espumando. Seus dedos tremem de frustração. Eles estão velhos, com artrite e pintas roxas sob a pele fina. Mas o esmalte laranja é novo e perfeito, da cor de seu cabelo desgrenhado, sua marca registrada. Tempest Storm tem mais de 50 anos de carreira, exatos 80 de idade, e garante que está longe de se aposentar da profissão.

Ela espalha o blush laranja pelo rosto enquanto explica o quanto tem sido menosprezada. Ela é uma artista, uma estrela. Ela é superior. "Eu não subo lá e tiro minhas roupas apenas", diz.
De fato, a stripper se despe bem devagar. Mais de 50 anos atrás, ela foi apelidada de "a garota com a melhor frente" e classificada por muitos homens famosos como "os melhores suportes de Hollywood".
Desde então, Tempest viu a arte que a fez tão famosa quase se extinguir. Suas contemporâneas - Blaze Starr, Bettie Page, Lili St. Cyr - morreram ou se aposentaram. Mas ela não. Tempest ainda se apresenta em Las Vegas, Reno, Palm Spings, Miami e Carnegie Hall.
Suas apresentações são como uma cápsula do tempo. Ela não sabe nada sobre postes. Ela nunca colocaria seu bumbum no rosto de um homem. Seus adereços são botas e, ocasionalmente, divãs. Toda a apresentação dura quatro atos, necessários para tirar tudo. Para fazer com classe.
Mas os produtores do show desta noite são jovens e querem que ela seja mais rápida. Ela tem apenas 7 minutos para tirar toda a roupa. "Eu fazia em 7 minutos quando comecei", diz.
No ano passado, os produtores fizeram uma confusão com a stripper. Eles até cortaram a música antes de acabar a apresentação. "Talvez não aja uma próxima apresentação", diz Tempest. Mas a ameaça dura apenas alguns minutos. "Não, não. Eu não estou pronta para aposentar a minha calcinha fio-dental. Eu tenho muitos fãs e não posso desapontá-los".
Fugindo da pobreza e dos abusos"Esta fase salvou minha vida", diz Tempest pouco antes de sua apresentação. Lillian Hunt, coreógrafa do Teatro Follies, de Los Angeles, onde a stripper se tornou uma estrela, explica que ela precisa de espaço para se mover.
Na época, ela era Annie Blanche Banks. A filha de fazendeiros de 22 anos que fugiu de abuso sexual, dois casamentos sem amor e pobreza na pequena cidade da Georgia, diz Lillian. Ela trabalhava como garçonete, mas queria ser uma dançarina, embora primeiro precisasse arrumar seus dentes.
"Você acha que meu busto é grande demais para esse negócio?", perguntou Tempest para Lillian, que a colocou na linha do coral, disse para ela não engordar 1 kg e chamou um dentista.
De acordo com Tempest, ela não ficou muito tempo no fundo e arrumou um novo nome. "Eu realmente não me sentia como um 'Dia Ensolarado'", disse em referência ao seu nome que pode ser traduzido como "Tempestade Tormenta", em tradução livre. Rapidamente ela foi para os holofotes. Antes e agora, ela floresceu ao som de assobios e palmas.
"O truque é ter carisma, um sorriso convidativo", afirma. Quando ela sobe no palco, deixa sua mente voar de volta para "Georgie". Tempest se imagina como uma menina, usando seu melhor vestido, correndo pela estrada para encontrar seu pai voltando do trabalho.
"Eu me sinto como uma menina toda arrumada. Eu tenho a imagem toda na minha cabeça e posso ver aquela garota", ela diz. No palco, a imagem se congela.
Sem cigarro e álcoolStorm não fuma nem bebe e assiste a programas religiosos na TV. Aos domingos, ela liga em um canal que diz que todos podem superar os problemas. É a única religião que ela segue. Storm acredita que essa é a lição de sua vida. Ser uma sobrevivente. "Nunca parar de fazer o que você ama faz o que você é".
"Se você quer envelhecer, então isso acontecerá", diz. Houve homens que a desapontaram, problemas financeiros, cirurgia no cérebro. "Acredito que sou abençoada. E sei me afastar da mesa".
Se alguns enxergam isso como uma tentativa de recuperar sua juventude perdida, ela diz que pouco se importa. Jovens dançarinas falam que ela é uma inspiração e não há motivos para não acreditar.
"Eu me sinto bem comigo mesma e gosto disso", diz. "Eu me divirto quando estou no palco e o público ama. Ninguém nunca me disse que é hora de desistir. Por que parar?", pergunta.
Palmas e assobios Realmente, ninguém nem sonha em dizer para Tempest Storm que ela deveria desistir de fazer strip-tease quando ela desliza no palco do clube do cassino durante seus 7 minutos.
"Algo na maneira que ela se mexe", ouve-se nos alto-falantes. Seu baterista, o Ringo Starr emprestado do show de homenagem aos Beatles de Las Vegas, dá a batida.
A rainha do strip aparece à direita do palco. Um vestido colado roxo desce de seus ombros. Um colar que imita diamantes cobre seu decote. O boá parecido com uma cobra cai em suas mãos. por alguns segundos, seu rosto mostra coragem. E então ela ouve os aplausos.
Quando se apresenta, Tempest sorri, se inclina e anda sob seus calcanhares. Suas mãos vão para frente e para trás como se estivessem na água, até que elas caem atrás do quadril.
Mais aplausos. Assobios. Então o boá desaparece. Depois, Tempest tira suas luvas e desce do palco para colocar a lingerie, que sai tão rápido quanto entrou. E com dois toques de suas unhas laranjas, o vestido sai também. Mais assobios, gritos, aplausos.
Olhando para a mulher de 80 anos com meia-calça arrastão, um brilhante sutiã que imita diamantes e um fio-dental, uma jovem mulher vira para um rapaz e declara: "quero estar assim quando tiver a idade dela".

Categoria: Internet "Idosos amando"


Estudo indica aumento em atividade sexual de idosos
Pesquisa entrevistou cerca de 1,5 mil idosos com mais de 70 anos em 3 décadas.
As pessoas com mais de 70 anos têm uma vida sexual mais ativa e sentem mais prazer com sua atividade sexual do que os idosos há 30 anos, sugere uma pesquisa realizada com idosos na Suécia.
A sondagem entrevistou cerca de 1,5 mil idosos de ambos os sexos, em períodos diferentes - entre 1971 e 1972, 1976 e 1977, 1992-3 e 2000-1. Os pesquisadores questionaram os participantes sobre vários aspectos da vida sexual como satisfação, atividade e problemas sexuais.
Segundo os resultados, publicados na revista científica British Medical Journal, no decorrer dos últimos 30 anos constatou-se um aumento no número de idosos que relataram ter uma vida sexual ativa.
Entre os homens casados, 52% dos entrevistados no início da década de 70 disseram ter vida sexual ativa. Em 2000, o índice nesse grupo foi de 68%.
No caso das mulheres casadas, o aumento foi de 38% para 56%. O aumento também foi observado entre os solteiros, de 30% para 54% e de 0,8 ponto percentual para 12% entre as solteiras.

Satisfação
O estudo ressalta ainda que houve um aumento na satisfação das mulheres com a vida sexual - mais idosas afirmaram que têm orgasmo durante a relação e menos mulheres relataram nunca terem tido um orgasmo.
Entre os homens, em contrapartida, os autores observaram uma redução no prazer. Segundo os autores, isso pode ser causado porque, com o tempo, se tornou mais aceitável admitir "fracasso" nas relações sexuais.
A pesquisa aponta também que o número de homens com problemas de ereção diminuiu, enquanto aumentou a quantidade de idosos com problemas de ejaculação. A proporção que sofre de ejaculação precoce não foi alterada.
De acordo com o estudo, tanto os homens quanto as mulheres culpam os homens quando o casal pára de ter relações sexuais, o que reforça análises feitas em estudos anteriores.
"Nosso estudo mostra que os mais velhos consideram a atividade sexual e seus prazeres como uma parte natural da vida idosa", dizem os autores, da Universidade de Gotemburgo.

Gerações
Para a professora Peggy Kleinplatz, da Universidade de Ottawa, no Canadá, o estudo reforça o papel positivo da vida sexual para as pessoas com mais de 70 anos e é uma contribuição bem-vinda para a limitada literatura sobre o comportamento sexual dos idosos.
Kleinplatz espera que a pesquisa ressalte a necessidade de os médicos serem treinados a perguntar a todos os pacientes, independente da idade, sobre questões relacionadas ao sexo.
Petra Boyton, especialista em psicologia do sexo e relacionamento da University College, em Londres, comenta os resultados da pesquisa e afirma que é importante lembrar que uma pessoa que fez 70 anos no ano 2000 teria sido influenciada pelas atitudes sexuais mais livres das décadas de 60 e 70.
Além disso, ela sugere que esses idosos poderiam ser mais saudáveis e em forma do que aqueles que completaram 70 anos em períodos anteriores a 2000.
"Ainda temos o estereótipo dos idosos com suas bengalas, que não poderiam ter uma vida sexual ativa. Mas este não é o caso", afirma a especialista.
Boyton faz ainda outra ressalva com relação aos resultados da pesquisa.
Segundo ela, o estudo não registrou a freqüência com que os entrevistados mantinham relação sexual, apenas se eles tinham uma vida sexual ativa. Além disso, os pesquisadores levaram em conta apenas o sexo que envolve penetração, ao invés de considerar também outras formas de sexo, que podem ser preferidos por pessoas mais velhas.
"Fico preocupada de que estes resultados possam ser interpretados de uma forma que possa sugerir que se você não está fazendo sexo aos 70 anos, você está fazendo algo errado", disse.
"Ainda há várias pessoas que optam por não ter relações sexuais", concluiu Boyton.

Categoria: Internet "Miss 3ª Idade"



Aconteceu em Março, mas vale a pena ler.

Concurso elege musa da terceira idade de São Paulo
Miss Terceira Idade 2008 foi eleita em evento na Zona Leste da capital.Clarissa Ruth Lianda, de 60 anos, superou 25 concorrentes.

Depois de superar 25 concorrentes desfilando ao som de “Pretty Woman” para um júri formado por profissionais de moda, beleza e saúde e um público de 400 pessoas, foi eleita na manhã desta sexta-feira (7) a mais bela idosa de São Paulo. A tradutora aposentada Clarissa Ruth Lianda, de 60 anos, mãe de duas filhas e avó de uma neta, foi eleita Miss Terceira Idade 2008 com 242,5 pontos durante cerimônia realizada no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona

Clarissa Ruth Lianda, de 60 anos,foi eleita Miss Terceira Idade 2008(Foto: Divulgação)

Leste da capital. O evento foi promovido pelo quinto ano consecutivo pela Secretaria de Saúde do estado. Para a nova idosa mais bela da cidade, o resultado servirá como atrativo para conseguir um novo amor, uma vez que ela é divorciada há 25 anos. Clarissa disse ainda que o concurso foi a realização de um sonho, já que sempre desejou ser modelo. Além de Clarissa, foram eleitas ainda nesta manhã: Miss Timidez (Maria dos Prazeres Braga, 82 anos), Miss Simpatia (Palmira Aurélia de Oliveira, 66 anos), Miss Sorriso (Maria Tereza Silva de Almeida, 62 anos), Miss Elegância (Ildi Gutierrez, 70 anos) e Miss Beleza (Maria José Bento, 68 anos). A 5ª edição do Miss CRI contou com 145 inscrições. Desse total, apenas 25 idosas foram selecionadas como finalistas.

Categoria: Internet "Casamento oficializado"

17/06/2008 - Casal de oitentonas se casou no gabinete do prefeito.Estado da Califórnia, nos EUA, passou a aceitar casamento de pessoas do mesmo sexo

Del Martin (à esquerda), de 87 anos, e Phyllis Lyon, 83 anos, cortam o bolo de casamento no gabinete do prefeito de San Francisco, Gavin Newsome, nesta segunda-feira (16). O estado da Califórnia, nos EUA, acaba de tornar legal o casamento de pessoas do mesmo sexo. (Foto: Jim Wilson/The New York Times)

Categoria: Internet "Vencendo o duplo preconceito"



Ativistas lésbicas octogenárias serão as primeiras a se casar na Califórnia

Elas também foram as primeiras a se unir legalmente em 2004
Publicado em 10/6/2008 às 20:26

O casal Phyllis Lyon e Del Martin
Após uma espera de 40 anos, Phyllis Lyon e Del Martin, de 87 e 83 anos de idade, respectivamente, serão o primeiro casal do mesmo sexo a se unir legalmente na Califórnia no próximo dia 17.Lyon e Martin, jornalistas formadas pela Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB) e ativistas pioneiras, foram também o primeiro casal a se casar em San Francisco em 2004, quando o prefeito da cidade celebrou cerca de 415 casamentos gays, anulados semanas mais tarde pela Suprema Corte.A cerimônia contará com a presença do prefeito Gavin Newsom, que já confirmou presença. “Aqui foi onde tudo na realidade começou”, disse o prefeito, que acrescentou: “Agora queremos que esta história, sua história, tenha um final feliz”.O escritório de registro civil de San Francisco informou que oficializará 250 casamentos do mesmo sexo diariamente a partir do dia 17. Outras cidades, como San Diego, planejam celebrar 300 uniões diariamente.Em pesquisa realizada em maio, 52% dos moradores do estado da Califórnia se disseram a favor do casamento entre homossexuais.