
Obama enfrenta julgamento dos "idosos brancos raivosos"

Idoso, quando tudo parece conspirar
FORMAÇÕES

Qualquer coisa que se faça parece estar errado
Todos têm algo para oferecer, independentemente da idade. As crianças, ainda que não cooperem com sua força física, contribuem com a alegria em uma casa. E com o passar dos dias, os nossos pequenos irão fazer novas descobertas, adquirindo uma nova percepção a respeito do mundo. Após alguns anos, eles passarão pela puberdade, entrarão na vida adulta e, pouco a pouco, a presença deles se tornará mais participativa na sociedade.
No ciclo da vida, como todas as coisas, aquelas crianças, que um dia encantaram a família com sua destreza, também vão adentrar na terceira fase da vida e já não chamarão mais a atenção como antes. Por terem se tornado pessoas “velhas”, nem o conhecimento absorvido ao longo dos anos as tirará do “exílio” social.
Vivemos numa sociedade utilitarista, na qual aquele que não produz parece não ter direito de participação. E, assim, a importância da pessoa mais vivida, experiente, para a sociedade, começa a se inverter. Dessa forma, por conta de mais um aniversário, o censo transfere alguém, que antes pertencia ao quadro das estatísticas dos indivíduos economicamente ativos, para o quadro da população improdutiva.
A parcela mais insensata da sociedade acredita que a presença dos idosos em lugares públicos esteja “roubando” a vez de alguém que tem uma agenda repleta de compromissos; a lentidão dos seus passos, mesmo que eles [os idosos] tentem caminhar um pouco mais rápido, também lhes parece obstruir a passagem nas calçadas. Essas pessoas, ao depararem com a debilidade de nossos velhos, realizando uma atividade simples, como a de atravessar a rua, os condenam à morte social.
Por mais importante que seja o que eles têm a falar, poucos se detêm para ouvi-los. Pois, invariavelmente, em meio à conversa, a memória, já não tão eficaz, faz com que repitam o mesmo assunto várias vezes ou se percam em meio ao raciocínio… Tudo parece conspirar contra aqueles que já viveram mais da metade dos anos de seu ciclo de vida. O peso dos anos coopera para que seus olhos já não enxerguem tão bem, mesmo com a ajuda de óculos e as doenças já não são curadas com a mesma rapidez com que aparecem… Como se tudo isso não fosse o suficiente, qualquer coisa que façam parece estar errado diante do mundo.
Sabemos que, como consequência natural do tempo, o envelhecimento faz com que todas as pessoas sofram com a deterioração da saúde. Todavia, não precisamos retirar ou diminuir a dignidade daqueles que abriram e facilitaram o nosso acesso para um mundo melhor. Fazer uma sociedade mais justa para os mais idosos é um compromisso que exige de cada um de nós a coragem de derrubar os padrões estereotipados, os quais classificam o valor de uma pessoa de acordo com sua eficiência e vitalidade física.
(*) Dia 01 de outubro - Dia internacional do idoso
Um abraço

Dado Moura
contato@dadomoura.com
Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha
atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova, como articulista.
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Como envelhecer sem perder a saúde e a disposição
O número de idosos no Brasil aumenta a cada ano. Hoje, são quase 20 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E com os números, crescem os exemplos de pessoas que conseguem envelhecer enfrentando desafios na vida pessoal e profissional com muita disposição.
Afeto, atividade física e mental. São mesmo ingredientes fundamentais para o envelheciemento saudável. Mas, o que mais é preciso pra chegar aos 80, 90 anos com a saúde e disposição.
Veja a reportagem com bons exemplos e uma entrevista com o geriatra e coordenador do Programa Lar dos Idosos, doutor Almir Tavares:
Número de idosos aumenta no país, diz IBGE
RIO -- Aumentou o número de idosos na população brasileira, de acordo com pesquisa da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Já são quase 21 milhões de pessoas com mais de 60 anos. A proporção de brasileiros idosos aumentou 5,7% em 2008 em relação a 2007 e cresceu mais de 23% nos últimos dez anos.
No outro extremo, houve uma queda de 22,6% na proporção de crianças de até quatro anos desde 1999. Na comparação entre 2008 e 2007, a redução foi de 1,4%.
O Centro-Oeste foi a região que registrou o maior aumento na proporção de idosos no último ano: 7%. O Sudeste e o Sul, no entanto, ainda concentram o maior número de pessoas com mais de 60 anos, com 12,4% e 12,1%, respectivamente.
O Estado do Rio de Janeiro tem a maior proporção de pessoas com mais de 60 anos e concentra quase 15% dos brasileiros nessa faixa etária. Lá, as taxas de mortalidade e fecundidade são menores, o que ajuda a engordar o time da terceira idade.
No Rio Grande do Sul e em São Paulo, eles representam 13,5% e 11,9%, respectivamente, do total de residentes. No Nordeste, onde os Estados costumam apresentar populações mais jovens, a Paraíba aparece com alta proporção de pessoas mais velhas: 11,6% dos habitantes são idosos. O Norte é a única região que tem mais jovens (1,4 milhão) que velhos (1,1 milhão). Acre, Roraima e Amazonas concentram os maiores percentuais de crianças de até 4 anos: 11%, 10,2% e 10,1% do total geral.
"Nas regiões mais desenvolvidas a taxa de fecundidade é baixa em todas as classes sociais, porque as pessoas têm acesso a informação e serviços e sabem usar as técnicas de controle de natalidade. Já no Acre, por exemplo, a população fica isolada, sem televisão, lazer, informação e serviços de saúde. No Brasil, o aumento na taxa de fecundidade está sempre relacionado a uma situação de exclusão social", afirma o o demógrafo Morvan Moreira.
Perda de sono aumenta risco de Alzheimer
O estudo foi realizado em cérebros de ratos geneticamente modificados a fim de servirem de modelos para estudar o Alzheimer.
A característica física mais marcante dessa doença é a deposição da substância amiloide, uma fração de proteína, em placas no cérebro alterando seu funcionamento.
A descoberta inicial da proteína beta-amilóide aconteceu em 1906, quando foi descrita pelo neuro-patologista Alois Alzheimer. Em uma conferência, o médico apresentou o quadro clínico de uma paciente com os sintomas da doença, e que na necropsia apresentava a deposição dessa substância no cérebro.
A doença de Alzheimer atinge mais de 25 milhões de pessoas no mundo, mais de 1 milhão de brasileiros. O custo global estimado com o tratamento atinge US$ 315 bilhões ao ano.
Os cientistas descobriram que, quando os ratos estavam acordados, o nível de substância amiloide aumentava, diminuindo durante o sono.
O mesmo efeito foi detectado em humanos, que foram avaliados em um estudo paralelo.
A privação do sono fazia a substância amiloide aumentar em pelo menos 25% no líquido cérebro-espinhal dos ratinhos. Ao mesmo tempo, a administração da orexina fazia os animais permanecerem mais tempo acordados, o que por sua vez, também aumentava a produção da proteína amiloide.
Substância reverte processo
A ação da orexina sobre o cérebro pode ser bloqueada por um agente antagonista, chamado de almorexant. Da mesmo forma que a orexina aumentava a deposição de substância amiloide no cérebro, a administração de almorexant por 2 meses podia reverter esse processo.
As doenças neurológicas degenerativas como Parkinson e Alzheimer alteram o padrão de sono dos pacientes com muita frequência. Os idosos por sua vez dormem cada vez menos com o passar dos anos.
O que os cientistas devem fazer agora é descobrir se adultos jovens que dormem pouco apresentarão uma frequência maior de Alzheimer no futuro.
Evidências científicas como essas podem mudar a abordagem médica dos distúrbios do sono, para que possam ser tratados de maneira preventiva.
Idosos continuam sendo desrespeitados
Famílias separadas pela Guerra da Coreia se encontram
As famílias coreanas separadas pela guerra que em 1953 dividiu em dois a península de Coreia puderam se ver neste sábado (26) no monte norte-coreano de Kumgang, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

Americano de 71 anos é multado por limpar o quintal nu
De acordo com relatório policial, o homem largou o cortador de grama quando viu o policial e correu para dentro de sua casa. Após ser chamado pelo agente, o idoso reapareceu vestindo roupas.
Depois de assegurar que o homem não era um criminoso sexual, o policial emitiu uma multa por mau comportamento.
Idoso aposentado por invalidez poderá ficar isento de exame médico-pericial
Paim quer acabar com o que considera violência contra os idosos
O projeto de lei (PLS 302/07), segundo Paim, visa a terminar com o que ele considera uma "violência" cometida contra os idosos.
- O Congresso tem a obrigação de eliminar todo o tipo de violência cometida contra os idosos, e temos aí um exemplo dos mais revoltantes - afirmou o senador pelo Rio Grande do Sul.
De acordo com Paim, o primeiro decreto originado da lei que instituiu o Plano de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/91), determinava exames bienais para todos os aposentados por invalidez com idade inferior a 55 anos.
No entanto, o parlamentar lembra que, de uma hora para outra, o Poder Executivo publicou um novo decreto, eliminando o limite de idade e, assim, "passando a penalizar idosos inválidos, com grande dificuldade de locomoção, com idade superior ao limite que estamos propondo".
Fonte: Agência Senado
Idoso de 80 anos ganha a vida fazendo e vendendo leques no Paraná
Contando apenas com a ajuda da esposa, Akio Kuwabara, 80 anos, descendente de orientais, que vive na cidade de Maringá, no Paraná, ganha a vida produzindo e vendendo leques da mesma maneira que seus antepassados faziam, no Japão.
Akio Kuwabara é um dos poucos no Brasil que fabricam o acessório. As peças são confeccionadas de uma por uma, a partir de tiras de bambu, em um ritual que segue o ritmo das mãos experientes do artesão.
Depois de prontos, as peças passam por uma etapa de acabamento final, que é feita pela esposa de Kuwabara.
O acessório foi criado na China como artigo de luxo. A produção de Akio Kuwabara é de mais de 300 leques por mês, que são distribuídos para o Brasil inteiro.
Atividades físicas beneficiam idosos que têm tonturas, indica estudo
Fazer caminhadas regularmente pode ajudar os idosos a reduzir os episódios de vertigem e desmaios, tão comuns na terceira idade, segundo estudo da Universidade Lund, na Suécia. De acordo com os especialistas, metade das mulheres e 40% dos homens com mais de 75 anos têm tontura, que afeta significativamente sua qualidade de vida, mas a prática de atividades físicas parece beneficiar os idosos também nesse sentido.
Sono pode ser ferramenta natural de gerenciamento do tempo
Jerry Adriani é atração do Festival da Terceira Idade na Uerj
Começa, nesta quinta-feira (17), o primeiro Festival da Terceira Idade, que acontece até domingo (20), no campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã, na Zona Norte do Rio.
No evento, serão realizadas diversas palestras sobre saúde e economia com o foco na terceira idade. Os idosos poderão participar das atividades recreativas como: oficinas de teatro, cinema, música e dança.
Jerry Adriani e grupo de hip-hop formado por idosos
Quinta - 17/09
Sexta - 18/09
Sábado - 19/09
Domingo - 20/09